PCDT · Diabete melito tipo 2 · Seção 8.3
Percorrer a Figura 2
Figura 2. Fluxograma de tratamento para indivíduos com idade igual ou maior a 18 anos com diabete melito tipo 2.
Reconstrução candidata para revisão profissional. Transcrição e relações reconstruídas por modelo, sem aceite clínico humano. Percurso de leitura documental, sem recomendação individual.
Escopo e limites desta leitura
Percorra os rótulos e as perguntas da figura. As escolhas são de leitura documental e não constituem classificação ou recomendação individual.
O rótulo do grupo à direita é preservado literalmente; não foi convertido em uma regra com “ou”. A opção de dúvida é um controle editorial, ausente da fonte.
A nota b permanece visível durante o percurso. Sua relação com o enquadramento não foi transformada em triagem automática.
As escolhas ficam somente na memória desta página. Recarregar ou fechar a página apaga o percurso.
Qual dos grupos da figura você quer percorrer?
Ative o JavaScript para percorrer as perguntas. A figura original e as notas permanecem disponíveis abaixo.
Fluxograma completo
O caminho escolhido tem contorno forte e a marca “Percorrido”. A etapa “Atual” tem contorno tracejado. Clique ou use Tab e Enter para conferir qualquer nó.
Notas a–h da Figura 2
Transcrição visual candidata. As letras mantêm o vínculo com os nós do fluxograma.
- [a]
- Fatores de risco: sobrepeso ou obesidade (IMC ≥ 30 kg/m²), sedentarismo, familiar em primeiro grau com diabetes melito, mulheres com gestação prévia cujo peso do feto era maior ou igual a 4 kg ou com diagnóstico de diabetes melito gestacional, pressão arterial igual ou maior a 140/90 mmHg ou em uso de anti-hipertensivo, HDL colesterol ≤ 35 mg/dL ou triglicerídeos ≥ 250 mg/dL, mulheres com síndrome dos ovários policísticos, outras condições clínicas associadas à resistência insulínica, história de doença cardiovascular.
- [b]
- Indivíduos com Hemoglobina glicada (HbA1c) > 9% ou glicemia de jejum ≥ 300 mg/dL, sintomas de hiperglicemia aguda (polidipsia, poliúria, perda ponderal) ou na presença de intercorrências médicas e internações hospitalares decorrentes de diabetes melito tipo 2 devem iniciar insulinoterapia.
- [c]
- Avaliar o estado glicêmico após 2 a 6 meses, no máximo.
- [d]
- Metas terapêuticas: HbA1c < 7,0% ou, em idosos, de 7,5% a 8,0%.
- [e]
- Sugere-se iniciar com metformina 850 mg, 1 comprimido ao dia, podendo aumentar após 2 semanas. Destacando que a dose máxima terapêutica é de 2.550 mg por dia (dose máxima efetiva).
- [f]
- Para idosos, sugere-se a gliclazida como sulfonilureia como opção à glibenclamida.
- [g]
- Critério de elegibilidade para dapagliflozina: indivíduos com necessidade de segunda intensificação de tratamento com 40 anos ou mais e doença cardiovascular estabelecida (infarto agudo do miocárdio prévio, cirurgia de revascularização do miocárdio prévia, angioplastia prévia das coronárias, angina estável ou instável, acidente vascular cerebral isquêmico prévio, ataque isquêmico transitório prévio e insuficiência cardíaca com fração de ejeção abaixo de 40%); ou homens com 65 anos ou mais ou mulheres com 60 anos ou mais e alto risco de desenvolver doença cardiovascular, definido como ao menos um dos seguintes fatores de risco cardiovascular: hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia ou tabagismo.
- [h]
- Os hipoglicemiantes orais podem ser mantidos, a critério médico, principalmente a metformina nos casos com resistência à insulina.
Fonte: Elaboração própria.